Plantas com risco abortivo

Como em qualquer medicamento, também as plantas medicinais têm diferentes propriedades e diferentes utilizações. Apesar de serem bastante úteis em muitos casos, também existem contra-ordenações que devem ser alvo da máxima atenção.

Uma das principais precauções que deve considerar é em caso de gestação. Existe um conjunto de plantas que devem ser evitadas se está grávida, pois têm um risco abortivo elevado.

É igualmente importante deixar bem claro que nenhuma destas plantas pode ser utilizada como meio de induzir um aborto. O perigo da sua utilização durante a gestação aplica-se não só ao embrião ou feto, mas também à própria mãe: o risco de morte aplica-se a ambos, havendo já casos registados de mulheres que morreram ao tentar provocar um aborto com recurso a plantas medicinais.

Permitido nalguns países (como Portugal), ilegal noutros (como o Brasil), um aborto não é, qualquer que seja o contexto ou circunstância, algo que possa ser feito através de auto-medicação.

A lista que se segue é apresentada como uma precaução importante para as mães que utilizam ou procuram plantas medicinais para qualquer tipo de tratamento, sabendo assim quais devem evitar durante estes nove meses de gestação. Não significando por um lado que sejam abortivas, elevam o risco de isso acontecer, sobretudo quando já existir esse historial ou em gravidezes de risco.

Plantas medicinais com risco abortivo:

  • Absinto
  • Açafrão
  • Agrião
  • Aloé-vera
  • Amieiro-negro
  • Artemísia
  • Boldo
  • Café (diminui crescimento do feto)
  • Dictamno
  • Jalapa
  • Romã (pode afectar o feto)
  • Salsa
  • Salva
  • Sene-da-índia
  • tanaceto